7 Princípios


7 Princípios Mãe Terra

 

Orgânicos, quando possível

Alimento natural já faz um bem danado pra saúde. Se for orgânico, então, nem se fala! Pena que os orgânicos ainda não são acessíveis pra todo mundo, e cá entre nós, tem alimento que ainda nem é cultivado na versão orgânica. É por isso que nem sempre dá pra eles fazerem parte da nossa linha, mas sempre que possível, a gente faz questão de trazê-los pro nosso time campeão.

Mas você sabe o que são alimentos orgânicos? Olha só tudo o que eles têm de bom:
- cultivados sem agrotóxicos (defensivos agrícolas) – e aqui vale lembrar que o Brasil está entre os 5 primeiros países que mais usa agrotóxicos no mundo todo. Por não terem essa química toda, os orgânicos dão aquela força na hora de prevenir problemas como: infertilidade, baixa concentração, transtornos de ansiedade, doenças na tireóide, Mal de Parkinson e certos tipos de câncer;
- lotados de nutrientes! Eles chegam a ter até 25% mais vitaminas e minerais;
- produzidos com o cuidado de se preservar a fauna e a flora do local onde é cultivado;
- feitos com responsabilidade social, pra garantir os direitos do trabalhador e da sua família;

E pra saber se o produto que você vê na prateleira do mercado é orgânico, ele deve ter esse selo na embalagem. Essa é a garantia de que é um produto orgânico, certificado pelo Ministério da Agricultura:


E por falar em mercado, aviso aos navegantes: não vai achar que todo produto orgânico que tem por aí é sempre saudável... Alguns são muito processados, refinados, cheios de açúcar e gordura, e não são nada naturais. Então, pra não cair nessa, fique sempre de olho na lista de ingredientes. Prefira os orgânicos que têm ingredientes integrais, sem aquele monte de aditivos artificiais. Assim você garante que está levando pra casa os orgânicos saudáveis de verdade!

 

Referências Bibliográficas:

1. HARKALY, A. e col. Alimentos Orgânicos. Rev Nutrição, Saúde & Performance, n. 35, p. 11-17, 2007.

2. BRASIL. Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. Lei nº 10.831. Dispõe sobre a agricultura orgânica e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 24 dez 2003. Seção 1, p. 8.

3. CALDAS, E.D. e SOUZA, L.C.K. Avaliação de risco crônico da ingestão de resíduos de pesticidas na dieta brasileira. Rev Saúde Pública, v. 34, n. 5, p. 529-537, 2000.

4. BETARBET, R. e col. Chronic systemic pesticide exposure reproduces features of Parkinson’s disease. Nature, v. 3, n. 12, p. 1301-1306, 2000.

5. LU, C. e col. Organic diets significantly lower children’s dietary exposure to organophosphorus pesticides. Environ Health Perspect, v. 114, n.2, p. 260-263, 2006.

6. LU, C. e col. Dietary intake and its contribution to longitudinal organophosphorus pesticide exposure in urban/suburban children. Environ Health Perspect, v. 116, n.4, p. 537-542, 2008.

7. FILHO, J.M.M. Alimentos orgânicos: fruto do equilíbrio e da natureza. Rev Nutrição, Saúde & Performance, n.11, 2001

8. HARKALY, A. e MONTAGNO, E. A. A questão das contaminações de alimentos hoje – suas implicações à saúde humana e como os orgânicos-biodinâmicos podem contribuir para reduzir a contaminação. Nutrição Profissional, n. 19, ano IV, p. 20-30, 2008.

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