7 Princípios


7 Princípios Mãe Terra

 

Sem conservantes e aromas artificiais

Só se for natural. Se não, a gente não usa. E ainda assim, só usamos se for realmente necessário.

Motivos? Sim, alguns. Olha só alguns exemplos de conservantes e aromas artificiais que não fazem nada bem pra saúde...

 

O que é?

Pra quê serve?

Por que pode fazer mal?

Amarelo tartrazina

Dá cor a balas, gelatinas, além de medicamentos e cosméticos

Pode causar urticária e inchaços (alergia), além de problemas respiratórios

Vermelho ponceau

Serve como corante artificial para refrigerantes, gelatinas e doces

Pode prejudicar o sistema nervoso e piorar a hiperatividade infantil

Eritrosina

É um corante artificial usado em bebidas, doces e produtos de padaria

Não é indicado para crianças que tem hiperatividade infantil. Pode aumentar o risco de infertilidade

BHA (butilhidroxianisol) e BHT (butilhidroxitolueno)

São antioxidantes usados em margarinas, óleos e outras gorduras. Conservam esses produtos por mais tempo na prateleira

Podem aumentar o risco de câncer e de hiperatividade infantil

Benzoato

É um conservante artificial usado em molhos para saladas e refrigerantes

Pode prejudicar o sistema nervoso, especialmente das crianças

Nitritos e nitratos

Conserva os embutidos como salsichas, frios e carnes

Em excesso, podem causar câncer



A gente acredita que quanto mais próxima da natureza nossa alimentação estiver, melhor. Nosso corpo reconhece melhor o que é natural.
E pra acabar, vamos aproveitar pra falar de outra coisa bem importante. Na hora das compras, preste muita atenção no que você leva pra casa e evite o que for artificial. Sabe como? Lendo os rótulos das embalagens. Se tiver algum conservante ou aroma, confira se é realmente natural (detalhe: se vier com o nome de “aroma idêntico ao natural...” ou cheio de códigos, melhor cair fora...).

 

Referências Bibliográficas:

1. BAILLIE-HAMILTON, P.F. Chemical toxins: a hypothesis to explain the global obesity epidemic. J Altern Complement Med, v. 8, n. 2, p. 185-192, 2002.

2. GRÜN, F.; BLUMBERG, B. Environmental obesogens: organotins and endocrine disruption via nuclear receptor signaling. Endocrinology, v. 147, n. 2, p. 50-55, 2006.

3. HAWRELAK, J.A.; MYERS, S.P. The causes of intestinal dysbiosis: a review. Altern Med Rev, v. 9, n. 2, p. 180-197, 2004.

4. MCCANN, D. e col. Food additives and hyperactive behaviour in 3 3-year-old and 8/9-year old children in the community: a randomized, double-blinded, placebo-controlled trial. Lancet, v. 370, n. 9598, p. 1560-1567, 2007.

5. THOMSON, B.M. e col. Intake and risk assessment of nitrate and nitrite from New Zealand foods and drinking water. Food Addit Contam, v. 24, n.2, p. 347-355, 2007.

6. BRIFFA, J. Aspartame and its effects on health. BMJ, v. 330, p. 308-309, 2005.

7. Matéria “Grã-Bretanha quer banir corantes ligados à hiperatividade” – (disponível em http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/04/080410_aditivos_mp.shtml, em 03/06/2008)

8. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Resolução RDC nº32, de 25 de fevereiro de 2003 (disponível em http://e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php, em 10/08/2007)

9. Additives. Soil Association (disponível em  http://www.soilassociation.org/web/sa/saweb.nsf/Living/additives.html, em 05/08/2008)

 

 

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